sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ex-deputado e pastor é preso acusado de comprar bebê

O ex-deputado estadual 
da Paraíba Fausto 
Henrique Oliveira, o
 pastor Fausto, foi preso
nesta sexta-feira em
 Fortaleza (CE), acusado 
de tráfico de menor.


A prisão foi feita pela
 polícia do Piauí, que
 investigava o sumiço
 de uma criança piauiense
 de 1 ano e 3 meses.
Segundo a polícia, o ex-deputado comprou o  bebê em troca de cestas
 básicas.


O delegado Carlos César  Camelo, da Delegacia de  Proteção dos Direitos
Humanos e Repressão das Condutas Discriminatórias do Piauí, informou que a
 mãe denunciou o caso há dois meses. "Investigamos e chegamos à casa do
 Fausto Oliveira (em Fortaleza). Lá descobrimos que ele foi ex-deputado da
Paraíba e ex-pastor da Igreja Universal, e chegou a dar cesta básica à mãe.
Quatro mulheres também foram presas na operação", disse o delegado. A
polícia informou que o bando do qual o ex-deputado supostamente faz parte
 prometia apartamento e até R$ 4 mil em troca de bebês.


O ex-deputado foi expulso há dois anos da Igreja Universal após ser flagrado
 dançando forró em uma festa na Paraíba, em um vídeo exibido no site
YouTube. Em junho de 2010, Fausto Oliveira foi preso por policiais militares,
acusado de embriaguez ao volante e direção perigosa. Ele conseguiu
liberdade após pagamento de fiança.


Com os escândalos, o ex-deputado deixou a Paraíba e foi morar em
São Paulo, se mudando posteriormente para Teresina, onde teria cometido
o crime. Segundo a polícia, o ex-deputado e uma mulher identificada como
 Michele teriam oferecido assistência médica ao bebê e pagamento de cestas
básicas para a família, caso a criança lhes fosse entregue. De posse do bebê,
 Fausto fugiu para a capital cearense.


A polícia chegou ao ex-deputado por meio de sua companheira. O delegado
Carlos César Camelo disse que o pastor Fausto será levado a Teresina para
ser apresentado na Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente ainda
 nesta sexta-feira.



MÃE DIZ QUE FOI SEQUESTRO - atualização em 
5 de novembro de 2011

O chefe de investigação da delegacia da 

Criança e do Adolescente, Joatan Gonçalves, 
disse que Mires negou que tivesse vendido o
 bebê.  "Eles diziam que iriam ser o padrinho 
do filho dela, dariam assistência médica e 
alimentar, que eles iriam morar perto e que
 ela poderia vê-lo todo dia."

Mires disse que quando foi pegar o bebê no 

dia seguinte não o encontrou.

"Ela pode ter vendido a criança ou sido enganada, ainda estamos

 investigando", afirmou Gonçalves.

O ex-pastor disse que ajudou Mires por ser uma pessoa de

 "alma caridosa" e se sensibilizou com a dificuldade financeira dela. 

Uma das mulheres que estaria com Oliveira, indentificada como
 Michele, teria ficado com o bebê. Ela se encontra foragida.

Com informação das agências.


Fonte: Terra e Paulo Lopes

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