Os cristãos que vivem em países muçulmanos são muito cautelosos ao praticar sua fé em Cristo, principalmente, durante o Ramadã. Esse é um momento especial do ano, quando os muçulmanos jejuam do nascer ao pôr do sol por um mês.
Em Bangladesh, a maioria dos restaurantes fecha, e durante o dia operam na estrita observância do que, descreveu Sarah*, uma cristã de 34 anos de idade, da capital Dhaka.
“Durante este mês, é ofensivo comer ou beber na presença de um muçulmano”, diz ela. “Certa vez, quando eu trabalhava para uma organização sem fins lucrativos, os meus colegas trouxeram comida ao escritório durante o Ramadã, porque a lanchonete estava fechada; me lembro que eles precisaram comer em segredo”.
“Embora eu não devesse dizer isso publicamente, tenho uma convicção pessoal de que, no mês do Ramadã os muçulmanos ficam mais sensíveis a se entregar a Cristo”, acrescentou.
“Os muçulmanos tratam o Ramadã com reverência,” compartilha Sarah, “e eles tendem a refletir mais e a estar mais sensíveis sobre as crenças e práticas islâmicas. Assim, durante o Ramadã, nós (cristãos) precisamos ter mais cuidado ao realizar atividades em nossas igrejas, especialmente seminários, treinamentos, e outros programas”.
Os cristãos de origem muçulmana, em Bangladesh, precisam ter muita cautela durante o Ramadã. Eles podem facilmente incomodar os
muçulmanos do país, mesmo que ajam com amor e piedade. Considerados como apóstatas, esses cristãos são frequentemente expulsos de suas comunidades, deserdados e desprezados por suas famílias, e muitas vezes ameaçados de morte.
Ex-muçulmanos compõem cerca de 5% da população cristã de Bangladesh, que hojé é de 1,36 milhões. Eles estão legalmente livres para praticar sua fé em Cristo, mas devem fazê-lo com muita sensibilidade e precausão em suas comunidades de maioria muçulmana.
NOTA: No período de um mês a partir do dia 20 de julho/12 vamos nos esforçar para estarmos orando pelos muçulmanos que se tornaram cristãos, para que haja paz. Proponha este compromisso para a igreja e os circulo de oração. Amém…
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